Especialidade · Terapia Alimentar
Terapia Alimentar Infantil na Vila da Penha* — Rio de Janeiro/RJ
Na AtivaTO, a Terapia Alimentar apoia crianças com dificuldades nas refeições — como seletividade, recusa de alimentos e resistência a novas texturas — com acolhimento e sem pressão.

Entenda de forma simples
O que é Terapia Alimentar?
A Terapia Alimentar apoia crianças que têm dificuldades para comer — seja pela variedade reduzida de alimentos, pela recusa de determinadas texturas ou pela tensão que as refeições podem gerar em casa.
O trabalho acontece de forma gradual e respeitosa, ajudando a criança a se aproximar dos alimentos no seu tempo, e orientando a família para que as refeições sejam momentos mais tranquilos.
A Terapia Alimentar não força a criança a comer e não promete que ela passará a aceitar determinados alimentos. O foco é ampliar, com cuidado, a relação da criança com a alimentação.
E a seletividade alimentar?
Seletividade alimentar é quando a criança aceita uma variedade muito restrita de alimentos e resiste a experimentar outros. Ela pode ter várias explicações e não é, por si só, sinal de autismo.
Preparamos um conteúdo dedicado para explicar o tema com cuidado e ajudar você a entender quando procurar orientação.
Ler: O que é seletividade alimentar?Um dos pontos mais importantes
Meu filho come poucos alimentos: quando procurar ajuda?
Algumas situações podem indicar que vale conversar com um profissional. Elas não indicam, sozinhas, nenhum diagnóstico.
O repertório alimentar é muito restrito e não amplia com o passar do tempo.
Recusa persistente a experimentar alimentos novos ou grupos inteiros de alimentos.
Dificuldade com certas texturas, temperaturas ou consistências dos alimentos.
As refeições viram momentos de estresse e conflito frequente em casa.
Quando a dificuldade se mantém e passa a preocupar a família.
Quando a alimentação afeta a rotina, o convívio ou a variedade necessária.
Importante: este site não faz diagnóstico, não associa a seletividade automaticamente a nenhuma condição e não promete que a criança passará a comer determinados alimentos. Uma avaliação profissional ajuda a entender cada caso.
O percurso na Terapia Alimentar
Como funciona o acompanhamento em Terapia Alimentar
O trabalho nunca começa obrigando a criança a comer. Começa tirando a pressão da mesa.
A família registra, ao longo de alguns dias, tudo o que é aceito — a lista real quase sempre surpreende, para mais ou para menos.
Textura, cheiro, temperatura, aparência, experiência negativa anterior, função oral: cada uma pede uma conduta diferente.
Antes de qualquer alimento novo, o clima da refeição precisa mudar. Enquanto a mesa for disputa, o repertório encolhe.
A criança avança no seu ritmo: olhar, tocar, cheirar, encostar nos lábios. Provar é uma etapa, não o ponto de partida.
Boa parte do resultado depende do que acontece nas refeições de casa — por isso a orientação aos responsáveis é central.
O trabalho não força a criança a comer e não promete que ela passará a aceitar determinados alimentos. A frequência dos encontros e os valores são combinados no agendamento.
Onde acontece o atendimento
Nossa estrutura para Terapia Alimentar
Fotos reais das salas e ambientes. Nada de imagens genéricas de banco.




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Perguntas frequentes
Dúvidas comuns sobre Terapia Alimentar
O que é Terapia Alimentar?
O que é seletividade alimentar?
Quando a seletividade alimentar merece avaliação?
Meu filho come poucos alimentos: quando procurar ajuda?
Seletividade alimentar é sinal de autismo?
A Terapia Alimentar garante que a criança vai comer de tudo?
Qual a diferença entre Terapia Alimentar e Nutrição?
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